Archive for Liberdade

15 COISAS QUE VOCÊ NÃO DEVE A NINGUÉM EMBORA VOCÊ ACHE QUE DEVE

1. Você não deve qualquer explicação para sua situação de vida.
2. Você não deve qualquer explicação para as suas prioridades de vida.
3. Você não deve qualquer pedido de desculpas, se você não está arrependido.
4. Você não deve explicação a ninguém pelo tempo que passa sozinho.
5. Você não deve a ninguém explicações sobre suas crenças pessoais.
6. Você não deve a ninguém um sim a tudo o que dizem.
7. Você não deve qualquer explicação sobre a sua aparência física.
8. Você não deve qualquer explicação para as suas preferências alimentares.
9. Você não deve qualquer explicação para a sua vida sexual.
10. Você não deve qualquer explicação para a sua carreira ou opções de vida pessoal.
11. Você não deve qualquer explicação sobre as suas opiniões políticas ou religiosas.
12. Você não deve explicação a ninguém para ser único.
13. Você não deve ir a um encontro só porque a outra pessoa quer.
14. Você não deve qualquer explicação para a sua decisão sobre o casamento.
15. Você não deve qualquer explicação para as suas escolhas de relacionamento.

(Fonte: http://www.contioutra.com/15-coisas-que-voce-nao-deve-ninguem-embora-voce-ache-que-deve/)

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INTERNATIONAL MANDELA DAY

Madiba followed three rules throughout his life:
1. Free yourself.
2. Free others.
3. Serve every day.

Today is the first INTERNATIONAL MANDELA DAY!

“What counts in life is not the mere fact that we have lived. It is what difference we have made to the lives of others that will determine the significance of the life we lead” – Nelson Mandela

Mandela Day is a global call to action for citizens of the world to take up the challenge and follow in the formidable footsteps of Madiba, a man who transformed his life, served his country and freed his people. Its objective is to inspire individuals to take action to help change the world for the better and in so doing, to build a global movement for good.

The question we must ask ourselves is what we are doing to make the world a better place; what are we doing to make every day a Mandela Day?

Mandela Day is dynamic and ever-changing: it belongs to everyone and can take place anywhere, at any time. We urge everyone to find inspiration for their contribution in the legacy of Nelson Mandela and to serve their fellow humans every day.

(Source: mandeladay.com)

#mandeladay

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E PARA ONDE VAMOS AGORA?

BetinhoQualquer ditadura é maléfica! Qualquer governo impositor é cruel! Mas não é porque hoje o “Lulismo” destruiu o país que vou dizer “na época dos militares era melhor“, porque não era!

Cresci no Rio de Janeiro e morava na rua onde as tropas do exército se reuniam para invadir a PUC-RJ, um dos centros ‘pensantes’ e idealistas do país naquela época. Ouvi no meio da madrugada os barulhos das surras e os gritos dos ‘comunistas’ na 15ª DP do Rio, em frente à minha casa por 12 anos.

Depois, no comecinho da minha adolescência, tive o prazer de lutar (dentro do que uma criança pode fazer) pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita. Chorei quando vi Betinho chegando no aeroporto. Na escola de arte onde minha mãe, artista plástica, estudava, tinha um agente do DOPS para ‘controlar as mentes pensantes’ já que ser artista naquela época significava ser comunista; e ser comunista significava ser o demônio encarnado!

Também tive a minha maior decepção política quando lutei, desta vez já estudante de Sociologia e Ciências Políticas (!!) da PUC-RJ e vice-presidente do DCE PUC-RJ, pelas DIRETAS JÁ e perdemos.

Mas não sou de esquerda. Muito menos de direita. Sou liberal. Aceito a ordem e os valores de respeito à sociedade como um todo, como um grupo onde todos tem direitos equivalentes às suas contribuições – claro está que os direitos à saúde, educação e condições dignas de trabalho TEM que ser dados igualmente a todos independente da sua contribuição posto que estes são os valores básicos de qualquer sociedade.

Se na época dos militares havia ordem, era por medo. Se diziam que as escolas públicas eram boas, era por medo. Se não faziam greves, era por medo. Se não haviam reivindicações , era por medo. Se não reclamavam dos hospitais públicos, era por medo. Tudo era regido sob a batuta cruel, e eficaz, do medo já que os que enfrentaram foram punidos com cadeia, tortura, exílio ou a morte.

Sou a favor do lucro financeiro lícito, sou a favor das riquezas pessoais. Não acho que tenhamos que dividir o que ganhamos por merecimento e labor, com todos. Sou a favor de pagar impostos justos e receber em troca serviços relativos ao valor dos nossos impostos. Na época dos militares, se me lembro bem, a inflação era um monstro de 20 cabeças soltando fogo pelas narinas! Eles viviam o laissezfaire e o povo que entrasse pelo cano. Nem pensar era permitido… Articular o pensamento então, nem se fale!

Militares enriqueceram (hoje estão decadentes) ilicitamente. E fizeram tudo igualzinho os “Lulistas” estão fazendo, só que esses agora não usam farda, mas Armani. Nem uns nem outros já que nesta, um gambá cheira o outro!

Não, amigos, deixemos os militares onde estão, mais afastados do governo. É bem claro que todos os países, mesmo que não ditatoriais em que há militares, ou pseudo-militares, em seu governo, tem seu povo sofrendo.

Um grande país só é real quando o seu povo, o povão mesmo, tem dignidade. A violência diminui, a corrupção se ameniza (não sejamos ingênuos a ponto de acreditar que exista país com 0% de corrupção!), e passamos a criar cidadãos com futuro.

No dia em que nós todos, ao menos uma maioria, conseguir entender que só lucramos quando todos lucram, quando brasileiro deixar o pensamento egoísta e passar a pensar comunitariamente (nada a ver com comuna, por favor!), aí sim, vamos ser um país que vale a pena!

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CRENÇAS

Super respeito sua crença, por quê então você quer me convencer que estou errada na minha descrença? Você acha um absurdo que eu não creia? Você me acha burra por isso? Louca? Então me ache, mas me deixe em paz, pelo amor do seu deus e pela falta de um meu! Obrigada!

Esta mensagem é destinada a todas aquelas pessoas que não podem aguentar caladas e se sentem na obrigação de querer, insistir, incomodar, com suas tentativas de catequizar-me. Aos demais, aos que temos respeito mútuo e amor, agradeço sempre o carinho que me passam em suas orações a seus deuses!

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COMO NOSSOS PAIS #mudabrasil #ogiganteacordou #changebrazil

Como Nossos Pais

Faz tempo que me pergunto onde está a classe artística, em especial os músicos, que sempre teve expressão forte em todos os momentos da relação povo e história.

Será que a simples lei de apoio cultural os calou? Será que o vil metal contra o qual tanto lutaram os paralisou? Será que o comodismo falou mais alto que a ideologia?

Há menos de 20 dias fui assistir ao show “Reencontro”, onde Maria Rita canta e homenageia sua mãe, Elis Regina. Durante o show ela fala sobre sua mãe, da mulher e lutadora, defensora de causas e direitos. Fala da guerreira. Da Elis quando Maria, e Maria com força.

Agora Maria, a Rita, está calada. Milton parece que emudeceu. Chico deixou para os outros. Caetano desvairou? Em Gil deu preguiça?

Pato Fú, nem piu. Skank se escondeu. Axés estão em casa em vez de nas ruas. Rockeiros parece que enrolam. Duplas fazem silêncio.

Poucos, pouquíssimos, se atrevem, e a esses respeito. Seja para ser a favor ou contra. Do lado de um ou de outro, mas… Então, os outros que assistem nos camarotes privês dessa Sapucaí nacional, dêem as caras! Soltem seus verbos. Mostrem seus atos!

 

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#mudabrasil #ogiganteacordou #changebrazil

Li isso aqui escrito no Facebook da AnonymousBrasil, por um cara que nem conheço (Guilherme Borba), mas gostei:

“Não adianta mudar os jogadores, temos é que mudar as regras”.

É, é isso mesmo. Durante décadas mudamos os jogadores. Votamos em uns e outros. Alguns funcionaram em vários aspectos, ao menos por um tempo, mas nenhum funcionou 100% pelo tempo suficiente para mudar a nossa mentalidade.

Precisamos de cabeças pensantes e que tenham a capacidade de pensar no país como um todo, sem que haja a preocupação de que até mesmo nossos inimigos vão poder se beneficiar de algo pelo qual nós lutemos.

Acho que o maior problema do nosso povo não é o “jeitinho” em si. O querer se dar bem e ajudar a própria corja. Acho que o nosso problema é que não conseguimos ser verdadeiramente altruístas.

Mas tudo bem, isso é do ser humano. Difícil conhecer alguém que seja 100% altruísta – principalmente porque até nossas necessidades fisiológicas nos fazem “ir a luta”. Mas se a cada gesto que não seja pelo bem de todos ou que prejudique a sociedade conseguíssemos pensar por 10 segundos no que vamos fazer, tenho certeza que faríamos diferente e melhor!

Abrir a porta para um idoso. Parar o carro para uma pessoa poder passar (em vez de acelerar e ficar puto). Deixar uma mulher grávida sentar em um transporte público. Devolver os 0,05 centavos que o caixa nos deu a mais. Guardar nosso lixo no bolso ou bolsa quando a lixeira estiver cheia. Dar passagem no trânsito. Tomar um banho mais rápido para que nosso vizinho não fique com menos água. Fumar afastado de quem não fuma para não prejudicar a saúde alheia. Apagar as luzes desnecessárias para que a Terra sofra menos

Eu poderia seguir com essa lista por horas e metros e metros de papel. Mas nem vale a pena pois consciência é algo muito particular!

Mas tem uma coisa que sim posso falar com segurança. É sobre uma droga que dá uma sensação incrível! Tipo endorfina aos atletas. Ela se chama “SATISFAÇÃO”. E é o que acontece quando vemos que realmente fazemos a diferença. Cara, dá um “barato” incrível! Você se sente poderoso, forte, invencível!

ATENÇÃO: SATISFAÇÃO deve ser consumida acompanhada de todo e qualquer ato de CIDADANIA! Pessoas que vivem baseados na CIDADANIA correm o risco de serem mais felizes. Em caso de overdose, dá uma relaxada e curte sua SATISFAÇÃO.

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#mudabrasil #ogiganteacordou #changebrazil

Dona Dilma, não se atreva! Se tirar a comunicação do povo, se cortar essa liberdade, vai estar mais evidente ainda essa ditadura mascarada e ilusionista de PT! Seu ditador Lula, do qual você é capacho, vai cair, e você vai junto. Sua “cúria” toda tem nome e sobrenome bem conhecidos por todos os brasileiros.

Dona Dilma, não se atreva a tentar calar o nosso povo – é, este povo um dia também foi o seu! O Facebook, o Twitter são apenas nossas ferramentas. Os “Cara Pintadas” não tinham nem celulares…

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=320945921372309&set=a.149992591800977.32761.149968585136711&type=1&theater

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ELECTION’S DAY

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HISTÓRIA, NADA DE ESTÓRIAS!

“Enquanto não atravessarmos nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades… Para viver a dois, antes, é necessário ser um.” – Fernando Pessoa.

Sempre me foi difícil ter relacionamentos plenos pois sempre acreditei não necessitar um par para ser feliz. Os necessitei como companheiros em vários momentos, mas não para me constituir como pessoa, para ser plena. Eu não tenho outra metade posto que nasci inteira! Não sou laranja nem outra fruta! Escolhi compartilhar minha vida, e escolher é diferente de precisar.

Mas a recíproca não me pareceu igual. Assim nenhum dos lados puderam ser felizes depois que a paixão do princípio se acalmou. Acho que por isso não perdurou, não tinha como perdurar. Quando a necessidade de um par é tão diferente, a relação fica capenga. Isso acontece a toda e qualquer união social, seja casal, família, amigos, trabalho. Quando o objetivo e/ou as necessidades da união se diferem, a união não pode permanecer estabelecida.

E aí as diferenças ficam soberbas! E essa soberbia incomoda muito, transformando-se em verdadeira T.N.T.

As gracinhas viram ironias. As piadas, provocações. O nível social que dantes não era problema, passa a ser um despautério! A intelectualidade divergente que podia dar até um certo molho picante no início, passa a ser falta de inteligência cortante!! A variedade cultural de um lado vira snobismo à singularidade do outro.

Mas as experiências servem para o aprendizado e crescimento humano. E por mais que doa, transformar a dor é direito e evolução do ser humano. Intuito de alguns, conquistas de pouquíssimos já que para isso havemos de nos aprofundar mais e mais nessa dor, senti-la ainda mais forte. Aí então poderemos começar a destrinchá-la, entendê-la e tirar-lhe proveito.

Ou então simplesmente fechamos o livro, o ignoramos, repetimos tudo de novo, fracassamos uma e outra vez, e ficamos ali no mesmo lugar acreditando em uma evolução frágil e mascarada. E a vida passa. Pode até que a estória perdure, mas a evolução ficou estancada muito tempo atrás…

Para alguns, ou muitos, essa simplicidade (na falta da palavra simploriedade) pode ser suficiente, mas não para mim! Os simples resolvem a complexidade, os simplórios a evitam. Antes de alimentar minh’alma ou corpo, necessito alimentar meu cérebro. E cérebros se alimentam apenas de outros cérebros!

Uma vez alguém me disse que errar o mesmo erro uma e outra vez era como assistir o mesmo filme e a cada vez, esperar que o herói não morresse no final, esquecendo que tudo aquilo era apenas a re-apresentação do mesmo filme, apenas com um casting diferente.

Por isso não releio as mesmas estórias…

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CONCLUSÃO DE FATOS?

A frase é de Freud, nenhuma novidade e muitos a conhecem. Mas sabe quando a gente finalmente começa a colher os frutos de uma longa e profunda transformação em nossa vida? E tomamos o conhecimento que esses frutos não são temporários, que são simplesmente parte do seu “eu”?

A transformação ocorre ao seu redor, na sua vida, feita por você e forçada pelos acontecimentos da vida, mas o que vem à tona mesmo, depois de você finalmente conseguir respirar sem esforço é a sua essência!

Pois é, essa frase de Freud me mostrou com tanta simplicidade a base de toda minha transformação, resgate de quem realmente sou e meus questionamentos! Aqui vai:

“QUANDO A DOR DE NÃO ESTAR VIVENDO FOR MAIOR QUE O MEDO DA MUDANÇA, A PESSOA MUDA.”

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