Archive for Papo sério

MA MA (2015)

El otro día una querida amiga me preguntó si yo había visto a la película “Ma Ma” con Penelope Cruz, pues la había visto aquél mismo día y se acordó de mi.
Me hice un gran rollo y le dije que sí, la había visto – confundí con otra película. Perdóname, @IngridLittman, por la confusión.
Bueno, la acabo de ver… Si me adentro en críticas, voy a tener que decir que hay muchísimos errores científicos, de relaciones médico-paciente, de unas cositas un tanto cursi. Muchos errores técnicos y un drama gigantesco que de tanto se hace surreal. O sea, no es una gran película. 
Pero no me voy a dedicar a esos detalles pues hay una cosa mucho más grande que todo eso: el trabajo de Penélope Cruz – en la verdad, no sé si habría una película si no fuera por ella.
Está ¡INCREÍBLE! Y hay unos pequeños detalles que ella consiguió capturar que sólo las que estuvimos allí saben. Una mirada a sí misma en el espejo. Una mirada a sua alrededor como si el mundo fuera etéreo, al menos por unos segundos.
Y la soledad… La increíble y gigantesca soledad que una siente, mismo si estuviera llena de personas a su alrededor – creo que por eso no aparecían amigos, familiares, personas extras, solamente los personages principales. No enseñan a nadie cocinando, haciendo las tareas de casa, que una mujer que esté haciendo la quimioterapia o pasando por la cirugía de remoción de la mama pueda hacerlo sola.
Merece la pena asistir la película y mirar a Penélope y a la ausencia de colores a su alrededor. A princípio la película parece muy blanca, pero en la realidad es gris, y negra, oscura, muy oscura…
Ma Ma (2015 – Escrita y dirigida por Julio Medem, con Penélope Cruz, Luis Tosar, Asier Etxeandia y el niño Teo Planell)
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AMA-ZÔNIA

Não tenho a pele de índio. Não tenho os cabelos de índio. Não sei tanto quanto gostaria da cultura dos índios. Mas mesmo de pele clara e olhos verdes, em mim há sangue indígena. É, sei que não parece muito, mas tem.

Nasci em Belém do Pará. Tenho muito orgulho disso, da minha terra, das iguarias, mitologias, a vida ribeirinha, as estórias das florestas. Meu nome tem Maués. Holandeses se apropriaram do nome do rio Maué no estado do Amazonas, da tribo Maué, os índios Maués. Também estamos misturados aos Tocantins, Acatauassú, entre tantos outros.

Sim, foram brancos europeus que por lá nos 1600 ali se instalaram. E ficaram.

Somos várias gerações que por mais sangue europeu que possamos ter, foi misturado ao sangue nativo, à cultura nativa, e nos orgulhamos muito de sermos de onde somos: AMAZÔNIA.

Nos orgulhamos de nossas lendas, de nossa arte primitiva, de nossa culinária única de origem nativa que por natureza é extremamente sofisticada, variada e delicada.

Nos orgulhamos do carimbó, do sirimbó e até do brega que é nativo e hoje é sucesso nacional através de ícones como Gaby Amaranto – confesso que não gosto do estilo brega, mas me orgulho do seu sucesso.

Nos orgulhamos dos nossos rios, dos grandes e dos pequenos, dos d’água morna aos gelados e transparentes igarapés.

Nos orgulhamos de nossa mata, de nossas frutas exóticas ao ver do mundo, das nossas gigantescas samaúmas, de ruas de mangueiras.

Nós, da Amazônia, temos prazer e orgulho de andar com roupas que digam “açaí”, que tenham imagens de nossos pontos turísticos, do Ver-o-Peso ao Teatro de Manaus. Com desenhos de nossos animais e nossa flora. Sabe, para a gente, isso não é coisa “para turista ver”! Essas coisas são nossas, fazem parte de nós e levamos com honra e prazer.

Nós fazemos tatuagens tribais nossas, próprias, da nossa estória. Erês, desenhos marajoaras, do xingu, arte rupestre. Temos orgulho de marcar nossa pele com nossos próprios símbolos.

Somos um povo alegre e que tem tanto orgulho do que somos e de onde somos, que recebemos os turistas dentro de nossas casas, para um café com bolinhos de tapioca, um almoço de pato no tucupi, ou que seja para tomar um açaí com camarão seco. Mas tenha certeza que vamos lhe servir com orgulho o que é nosso. E vamos fazer questão de lhe presentear com aquilo que notamos que mais gostou: bombons de cupuaçu ou castanhas do Pará, um frasco de cheiro do Pará, uma lembrança em cerâmica ou madeira ou de miriti.

Somos um povo que tem muito orgulho de nossa terra, de nossas origens, e adoramos compartilhar isso. Nós queremos nossa AMAZÔNIA, nossos índios, nossa arte e nossa cultura preservada para que muitos e por longos anos possam desfrutar dela com o mesmo prazer que nós desfrutamos. Nossa terra já foi muito abusada, roubada, extorquida de suas riquezas…

Por Amazônia, pela Amazônia, por nós, deixem a maior floresta do mundo seguir sendo assim. Tenham orgulho do que temos, ela também pertence ao país, você não precisa ser de lá para se sentir parte dela. E venham, curtam e desfrutem dela, mas não a destruam. Há Amazônia para todos nós… enquanto assim permaneça.

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CÂNCER: QUASE UM ECLIPSE

Finalmente tomei vergonha na cara e vou publicar periodicamente os textos que escrevi durante e pós meu tratamento de CÂNCER DE MAMA.

São textos onde narro minha experiência com cirurgias, quimioterapia, a vida durante o câncer, o pós-câncer, e virão textos novos devidos a projetos que pronto sairão do forno!

Para acessar basta ir no menu ao lado O QUE TEM AQUI:

  • clicar em CÂNCER: QUASE UM ECLIPSE na barra amarela acima;
  • escolher no menu que aparecerá à direita, o texto que você queira ler.

Atenção! Alguns textos estarão em inglês, mas logo providenciarei a tradução.

Espero que minha experiência possa lhe ajudar a lidar e entender melhor esse mal.

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A UNIÃO FAZ A FORÇA!

Estou absolutamente de saco cheio desse papo de coxinha contra mortadela!

Enquanto as pessoas defendem com unhas e dentes seus políticos favoritos, não veem que estão sendo sugados por políticos e executivos inescrupulosos, imorais, salafrários!

Que como os morcegos vampiros, têm anestésicos na saliva para que suas vítimas não sintamos que estamos sendo sugados, mas depois nos deixam bactérias e vírus que vão nos matando lentamente!

E basta de ser cego porque não pode dar o braço a torcer e abrir mão do seu político de estimação!

Existem provas e fatos contra todos, T-O-D-O-S!

Lula, Temer, Dilma, Cunha, Dirceu, M. Odebrecht, E. Odebrecht, Wesley e Joesley, Cabral, Pezão, Lewandovsky, Maia, Gleisi, e muitos etcs.!

Nós todos estamos sendo sugados, estuprados, saqueados por todos eles e seus partidos! PMDB, PSDB, PT, PCdoB, e todos os outros!

NÃO TEM POLÍTICO HONESTO NESTE PAÍS!

Devíamos nos unir pelo nosso bem, não para defender Lulas ou Aécios! Mas para defender a nós mesmos, às nossas famílias!

Quanto mais discutimos e brigamos, mais nos sugam, nos enfraquecem, nos f***m!

E nós deixamos… Cheios de ilusão, deixamos.

E sabemos que unidos poderíamos fazer muito mais. Unidos deixaríamos de ser massa para sermos pensadores, gente que acontece. Unidos seríamos mais fortes!

Vamos deixar de defender os que supostamente nos representam no governo, e fazer o que tem que ser feito!

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STOP THESE BSs! JUST STOP IT!

You know something that really drives me crazy and angry?

People who spread lies about cancer be cured by honey and cinnamon, or frozen lemon rasps on every food, or some tea or some berry juice you can find in your regular grocery store.

People, THINK! Please use the grey thing inside your head to THINK!

If those things would cure cancer (or any of the terrible diseases people writes about) there would be no one suffering and fighting it!

Somethings are true about helping to improve your immune system, what will help you fight the disease WITH your regular treatment!

But, please, DON’T EVER TELL A MOM THAT LOST HER KID, A FAMILY MEMBER THAT LOST A LOVED ONE, KIDS WHO LOST A PARENT, A PATIENT, A SURVIVOR, that cancer can be cured using lemon juice with green tea mixed with some berry from the Himalaya drunk while you jump three times turning to the sunset point 4 times a day, and that nobody tells you that because the pharmaceutical industry wouldn’t allow it.
We are not retarded, we are survivors, fighters or in pain because we had lost someone. We went through hell and then a freaking berry, or juice, or whatever could have done the work easier?! C’mon!!!

And using that grey matter again… Don’t you think the pharmaceutical lab that comes up with a cure for any cancer would spread it to the world and get famous and receive billions and billions of dollars? They would be bigger than any god!

GEEZ!!

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VITÓRIAS E PERDAS

Parte de mim é euforia, a outra é saudade
Uma metade aliviada, a outra doída
Por um lado sorrio, por outro derramo meu pranto
Em uma renasço, outra morre pouco a pouco.

– Naluh Maués – 

 

Anna Maria Parsons, filósofa, jornalista, especialista em história, musicóloga, altruísta, maestra, apaixonada pela arte e cultura (especialmente a mineira), idealizadora e criadora do “Centro de Referência Musicóloga José Maria Neves – São João del Rei, elegantíssima, de memória impar e de uma cultura invejável.

A mais nova eterna em minha memória.

Dói. Ficam as saudades…

 

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LORD CHEETOS’ ACTIONS

I really do not know what to say about everything the American President is doing right now.

Sometimes I think he is just crazy. Others, that he is doing all of this as a show off, to satisfy his ego and show how powerfull he is. I even thought he is doing all these crazy things so fast so he can be impeached and give the power to Pence (isn’t that even scarrier?)

But deep inside of me, I have an horrible feeling. And this feeling brings me memories of history. A history I did not live, but that I studied and I personally knew, and know, people who did live it.

I look at Lord Cheetos and I think about all the dictators this world had, but the one thay stays in my mind is the one that we are never supposed to forget: Adolf Hitler. And this is the scariest thought I can have.

But even if I am overreacting, we all have to be very aware about the international reaction to Cheetos’s actions. It took a lot of efforts for the Americans to recover a good image around the world. But it is taking Trump only a week to destroy it.

I really hope I am overreacting…

http://edition.cnn.com/2017/01/28/politics/donald-trump-travel-ban/index.html

https://www.theguardian.com/sport/2017/jan/29/sir-mo-farah-donald-trump-made-me-an-alien?CMP=fb_gu

http://www.thedailybeast.com/articles/2017/01/28/a-man-without-grace-meets-a-party-without-conscience.html?source=TDB&via=FB_Page

“Oh say does that star spangled banner yet wave,
For the land of the FREE, and the home of the brave.”

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YOU’RE NOT EQUAL. I’M SORRY!

Women’s March, 2017. Philadelphia, PA

You Are Not Equal. I’m Sorry.

A post is making rounds on social media, in response to the Women’s March on Saturday, January 21, 2017. It starts with “I am not a “disgrace to women” because I don’t support the women’s march. I do not feel I am a “second class citizen” because I am a woman….”

This is my response to that post.

SAY THANK YOU  

Say thank you. Say thank you to the women who gave you a voice. Say thank you to the women who were arrested and imprisoned and beaten and gassed for you to have a voice. Say thank you to the women who refused to back down, to the women who fought tirelessly to give you a voice. Say thank you to the women who put their lives on hold, who –lucky for you — did not have “better things to do” than to march and protest and rally for your voice. So you don’t feel like a “second class citizen.” So you get to feel “equal.

Thank Susan B. Anthony and Alice Paul for your right to vote.

Thank Elizabeth Stanton for your right to work.

Thank Maud Wood Park for your prenatal care and your identity outside of your husband.

Thank Rose Schneiderman for your humane working conditions.

Thank Eleanor Roosevelt and Molly Dewson for your ability to work in politics and affect policy.

Thank Margaret Sanger for your legal birth control.

Thank Carol Downer for your reproductive healthcare rights.

Thank Margaret Fuller for your equal education.

Thank Ruth Bader Ginsburg, Shannon Turner, Gloria Steinem, Zelda Kingoff Nordlinger, Rosa Parks, Angela Davis, Malika Saada Saar, Wagatwe Wanjuki, Ida B. Wells, Malala Yousafzai. Thank your mother, your grandmother, your great-grandmother who did not have half of the rights you have now.

You can make your own choices, speak and be heard, vote, work, control your body, defend yourself, defend your family, because of the women who marched. You did nothing to earn those rights. You were born into those rights. You did nothing, but you reap the benefits of women, strong women, women who fought misogyny and pushed through patriarchy and fought for you. And you sit on your pedestal, a pedestal you are fortunate enough to have, and type. A keyboard warrior. A fighter for complacency. An acceptor of what you were given. A denier of facts. Wrapped up in your delusion of equality.

You are not equal. Even if you feel like you are. You still make less than a man for doing the same work. You make less as a CEO, as an athlete, as an actress, as a doctor. You make less in government, in the tech industry, in healthcare.

You still don’t have full rights over your own body. Men are still debating over your uterus. Over your prenatal care. Over your choices.

You still have to pay taxes for your basic sanitary needs.

You still have to carry mace when walking alone at night. You still have to prove to the court why you were drunk on the night you were raped. You still have to justify your behavior when a man forces himself on you.

You still don’t have paid (or even unpaid) maternity leave. You still have to go back to work while your body is broken. While you silently suffer from postpartum depression.

You still have to fight to breastfeed in public. You still have to prove to other women it’s your right to do so. You still offend others with your breasts.

You are still objectified. You are still catcalled. You are still sexualized. You are still told you’re too skinny or you’re too fat. You’re still told you’re too old or too young. You’re applauded when you “age gracefully.” You’re still told men age “better.” You’re still told to dress like a lady. You are still judged on your outfit instead of what’s in your head. What brand bag you have still matters more than your college degree.

You are still being abused by your husband, by your boyfriend. You’re still being murdered by your partners. Being beaten by your soulmate.

You are still worse off if you are a woman of color, a gay woman, a transgender woman. You are still harassed, belittled, dehumanized.

Your daughters are still told they are beautiful before they are told they are smart. Your daughters are still told to behave even though “boys will be boys.” Your daughters are still told boys pull hair or pinch them because they like them.

You are not equal. Your daughters are not equal. You are still systemically oppressed.

Estonia allows parents to take up to three years of leave, fully paid for the first 435 days. United States has no policy requiring maternity leave.

Singapore’s women feel safe walking alone at night. American women do not.

New Zealand’s women have the smallest gender gap in wages, at 5.6%. United States’ pay gap is 20%.

Iceland has the highest number of women CEOs, at 44%. United States is at 4.0%.

The United States ranks at 45 for women’s equality. Behind Rwanda, Cuba, Philippines, Jamaica.

But I get it. You don’t want to admit it. You don’t want to be a victim. You think feminism is a dirty word. You think it’s not classy to fight for equality. You hate the word pussy. Unless of course you use it to call a man who isn’t up to your standard of manhood. You know the type of man that “allows” “his” woman to do whatever she damn well pleases. I get it. You believe feminists are emotional, irrational, unreasonable. Why aren’t women just satisfied with their lives, right? You get what you get and you don’t get upset, right?

I get it. You want to feel empowered. You don’t want to believe you’re oppressed. Because that would mean you are indeed a “second-class citizen.” You don’t want to feel like one. I get it. But don’t worry. I will walk for you. I will walk for your daughter. And your daughter’s daughter. And maybe you will still believe the world did not change. You will believe you’ve always had the rights you have today. And that’s okay. Because women who actually care and support other women don’t care what you think about them. They care about their future and the future of the women who come after them.

Open your eyes. Open them wide. Because I’m here to tell you, along with millions of other women that you are not equal. Our equality is an illusion. A feel-good sleight of hand. A trick of the mind. I’m sorry to tell you, but you are not equal. And neither are your daughters.

But don’t worry. We will walk for you. We will fight for you. We will stand up for you. And one day you will actually be equal, instead of just feeling like you are.

~ Dina Leygerman, 2017

Source: https://medium.com/@dinachka82/about-your-poem-1f26a7585a6f#.no83zx2re

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ANTONIO CARLOS BRASILEIRO DE ALMEIDA JOBIM

Passarim quis pousar, não deu voou e vem navegando o azul do firmamento pra fazer felia a quem se ama.

Chora manso, bem baixinho, que a luz dos olhos meus é um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão, coisas que só o coração pode entender!

Fundamental é mesmo o amor! É a coisa mais linda que eu já vi passar!

Doce é sonhar porque eu não posso mais sofrer. Estou morrendo de saudades! A minha felicidade está sonhando por causa de você.

Vai meu coração, ouve a razão. Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim, que no peito dos desafinados outras notas vão entrar.

Na brisa, uma canção fala em você: uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir. É, só tinha que ser com você, ouve só mais uma vez que o verbo amar não se conjuga sem você.

Não te quero enganar… Por toda minha vida eu vou te amar.

(Composta com trechos de várias canções do Mestre. Todos os direitos reservados à família Jobim. Não tenho nenhum intuito comercial ou de auto-promoção.)

Meu poeta quem dera ter você aqui comemorando seus 90 anos! Vontade de novas composições. Ainda tinha tanto para você escrever! Saudades tantas…

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UM DIA ‘COMUM’ EM UMA UPA DE UMA COMUNIDADE BRASILEIRA

A mãe e o pai chegam a uma UPA com um filho bebê, de 3 anos, desfalecido, inconsciente, nos seus braços.
O filho tem problemas de saúde, cardíaco.
Já a atendente é grossa e diz que eles tem que esperar sua vez.
O filho está desmaiado, desfalecido, ainda não se sabe se ainda vivo.
A mãe implora, aos prantos.
Lhes é permitida a entrada a uma sala onde DOIS médicos decidem não fazer nada pois não tinham recursos, oxigênio, etc…
Realmente, não tinham.
Mas um MÉDICO faz o impossível para tentar salvar uma criança cardíaca desfalecida.
Sem aparelhos podemos escutar a respiração, ouvir as batidas cardíacas, medir a pulsação.
Sem aparelhos podemos fazer massagem cardíaca, respiração artificial.
Esse dois médicos decidiram NÃO FAZER NADA! NADA!
Esses dois médicos fizeram o juramento de Hipócrates, mas optaram por NÃO prestar socorro a um bebê de 3 anos!
Esses dois médicos fizeram o juramento de Hipócrates, mas optaram por dizer aos pais que a criança já estava morta, que não havia nada a fazer.
Mas uma ambulância foi chamada, e apesar de demorar DUAS HORAS E MEIA, levou os pais e o bebê ao hospital.
O bebê está bem. Teve uma síncope – talvez por seu problema cardíaco, talvez pelo calor, quem sabe?
O bebê recebeu alta, voltou para casa. Está bem. Jantou. Mamou. Brincou. Agora dorme o sono dos inocentes, como deve ser.
Mas… Esses dois médicos fizeram o juramento de Hipócrates e NÃO FIZERAM NADA!!!! ABSOLUTAMENTE NADA!!

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