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TIRE O PRECONCEITO DO CAMINHO QUE A ARTE VAI PASSAR

ARTE é uma das grandes formas de gerar o pensamento crítico.
ARTE sempre foi polêmica, ARTE é polêmica.
ARTE nem sempre é para embelezar, mas uma FORMA DE EXPRESSÃO.
ARTE é para questionar.
ARTE é para agradar.
ARTE é para incomodar.
ARTE é diversidade.
ARTE é denúncia.
ARTE é opinião.
ARTE tem que ter liberdade de expressão.

Ninguém tem a obrigação de gostar da obra, mas temos que respeitar a ARTE.

Se quem pensa que ARTE são só quadros e esculturas bonitinhas, bucólicas e decorativas, então não entende nada de ARTE!

Para que todos tenham uma idéia, segue uma enorme lista de obras que foram polêmicas em sua época, e algumas ainda são:
A ‘MONALISA’ e ‘A ÚLTIMA CEIA’ de Leonardo da Vinci. ‘GUERNICA’ de Picasso, ’O JUÍZO FINAL’ de Michelangelo, ‘A MORTE DE MARAT’ de Jacques-Louis David, ‘A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA’ de Salvador Dalí, ‘SATURNO DEVORANDO UM FILHO’ de Francisco de Goya, ‘O JARDIM DAS DELÍCIAS’ de Hieronymus Bosch, ‘MADAME X’ de John Singer Sargent, as obras de Bansky – que é um pseudônimo e tem sua identidade misteriosa por ser procurado pela Interpol, ‘A ORIGEM DO MUNDO’ de Gustave Courbet por ser uma vagina, ‘VIRGEM MARIA’ de Chris Ofili (Negra? Que horror!), ‘A CLÍNICA GROSS’ de Thomas Eakins, ‘O SONHO DA MULHER DO PESCADOR’ de Hokusai, ‘VÊNUS DE URBINO’ de Ticiano, ‘DAVI’ de Michelangelo e ‘PERSEU’ de Antonio Canova por terem o falo exposto, ‘LIBERDADE GUIANDO O POVO’ de Eugène Delacroix onde uma mulher com seios a mostra lidera o povo, que horror!, ‘O NASCIMENTO DE VÊNUS’ de Sandro Boticelli, ‘ANTROPOFAGIA’ de Tarsila do Amaral, ‘O BEIJO’ de Auguste Rodin (ó, eles estão nus!) e por aí vai!

Todos temos o direito de gostar da peça ou não, lembrando assim que música, teatro, literatura, cinema, fotografia, dança, entre outros, também é ARTE! Se um gosta de música brega e outro não, para um aquilo será arte, para o outro pode incomoda-lo terrivelmente. Basta lembrar de algumas músicas, especialmente do funk atual, que falam de sexo e drogas explicitamente! Para mim esse tipo de funk é baixaria, a ante-arte, ‘apologia’ ao consumo de drogas e desprezo à mulher. Para quem gosta, pode ser uma diversão ou uma forma de expressar e até mesmo denunciar as drogas e a banalização da sexualidade.

Nenhum de nós tem a obrigação de assistir ou participar de qualquer tipo de ARTE – exceto a música quando tocada estridentemente e não temos como evitar ouvi-la. E há lei contra o nível de decibéis, mas quem faz que se cumpra nesse país?

Mas para que as pessoas entendam como esta questão de proibir a ARTE é tão absurda, veja obras que Hitler proibiu:
Banhistas com uma tartaruga – Henri Matisse;
O bebedor de absinto – Pablo Picasso;
Autorretrato dedicado a Paul Gauguin – Vincent Van Gogh;
Os aleijados de guerra – Otto Dix;
La Belle Jardiniere – Max Ernst;
Autorretrato como um soldado – Ernst Ludwig Kirchner;
Nu reclinado – Gustav Klimt;

A conclusão a que chego é que proibir a exposição da arte é tão violento quanto obrigar as pessoas a que assistam sua exposição. É querer calar a liberdade. É censurar a expressão. É puro retrocesso.

Para mim pouco se difere do preconceito religioso, homossexual, racismo, casamento homoafetivo, etc..

Viva e deixe viver. Participe do que a você lhe agrada e não participe do que não lhe agrada. Mas assim como eu não posso lhe obrigar a comer espinafre ou escargot que tanto gosto, você não tem o direito de me dizer o que devo ou não ver, e se devo ou não gostar.

Sua casa pode ser extremamente cafona para mim, e linda para você. Suas roupas podem me parecer caretas e retrógradas já que sou tão original na minha forma de vestir. A própria arte que exerço, a joalheria, talvez lhe pareça rídicula em suas formas modernas e clean se você gostar da joalheria clássica. Mas em momento algum você tem o direito de desvalorizar o meu, ou eu de menosprezar o seu.

Autorretrato dedicado a Paul Gaugin – Vincent Van Gogh

A Clínica Gross – Thomas Eakins

Antropofagia – Tarsila do Amaral

O Beijo – Auguste Rodin

A Linerdade Guiando o Povo – Eugène Delacroix

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TUDO IGUAL MAS MUDADO

Nossa, achava que ano passado eu ía conseguir atualizar o blog com uma certa constância, dar um up nisto aqui, mas quando???? Um ou outro postzinho aqui e alí, e pronto, desde julho que não escrevi mais nada! E tantas coisas aconteceram!!!

Enfim, pouco a pouco atualizo a vida. Agora ao que importa:

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Decidi mudar tudo e estou fazendo curso de joalheria. Não é design, é fazer as peças mesmo, mão na massa, poeira no rosto, dedos sujos e machucados, mas um prazer inacreditável!

Até agora só tive as aulas básicas, para aprender a mexer nas ferramentas, entender o processo, etc. Mas semana que vem farei meu primeiro anel de prata de criação própria e de scratch, ou seja, do zero mesmo.

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Aqui é o primeiro exercício para aprender a usar as limas e preparar extremidades para poder fazer soldas perfeitas, que não se notem. Aí já surgiu a primeira bolha e aprendi que uma das ferramentas imprescindíveis na caixa de ferramentas, é um bom rolo de esparadrapos!

 

02Depois de feito de forma razoável, ainda falta muita prática, ficou a marca: a primeira bolha a gente nunca esquece! E essas unhas longas, já na segunda aula começaram a quebrar, cortar, serem limadas!

 

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Ainda trabalhando apenas em latão, para não desperdiçar material caro, fiz minha primeira aliança. Aqui ainda bruta (que achei muito mais linda do que o trabalho final!). Mas olha, soldar não é fácil não! Primeiro a solda não pegava, depois começava a martelar o anel e a solda abria. Um sufoco! Mas acabou dando certinho! Depois desta etapa, vem a parte de limar e dar forma arredondada na aliança – já que este era um exercício para aliança tradicional abaulada.

 

Aí ficou prontinha para o polimento final. Lixada e limada por dentro e por fora. Mas como para mim é um estilo muito caretinha, eu queria inventar algo para que eu possa usar minha primeira aliança.

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Acabei inventando e montando (colando) a aliança em um anel de coco. Que tal?

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